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Ficha D:

Mensagem por Pietro em Qua Out 01, 2014 11:02 am

Dados pessoais:
Nome:Nicollas Velóyer e Jack Fast
Idade: 25 anos
Raça:Humano
Sexo: Masculino
Altura:1,70 m
Peso:56 kg
Personalidade: Analisando sua historia podemos ver que Nicollas e Fast tem uma grande personalidade em si. Em um acidente Jack e Nicollas acabaram se juntando e tornando seu corpo um só, porém suas personalidades e memorias mudaram desde então, seus corpos são capazes de se separar, porém Nicollal é a forma psíquica de sua união. Este por sua vez não sabe que é uma projeção e acredita que Jack e ele são irmãos gêmeos. Jack costuma ser sempre sério, um homem que não liga muito para os outros e costuma chamar os outros de "lixo". É um homem arrogante, e é também chamado por muitos de "sangue-frio" por não demonstrar seus sentimentos. Costuma pensar sempre antes de agir, também evita lutar bastante. Este por ter sua memoria afetada não sabe que sua projeção é separada do seu corpo e acredita na mesma coisa que Nicollal (Sua dupla personalidade). Nicollal é um homem calmo e tranquilo, é bem solidário mas costuma procurar seus próprios caminhos podendo até liderar grupos ou organizações do mau. Ambas personalidades não sabem que são a mesma pessoa, estes acreditam que são irmãos gêmeos.
Aparência:
Spoiler:

Dados mágicos:
Magia: Arc of Embodiment
Descrição da magia:Esta magia consiste em dar vida à qualquer coisa que o usuário imaginar, desde objetos até acontecimentos em tempo real. Um exemplo de como pode ser usada, é criando armas para melhorar o desempenho do mago na luta, ou criando uma mudança no campo, atrapalhando o inimigo. Tudo irá depender, literalmente, da imaginação do usuário.
Também é possível invocar bestas com esta magia, e para isso terá que criar uma magia de rank mínimo S descrevendo detalhadamente a besta criada. Lembrando que as bestas não possuem magias, mas podem ter algum poder específico, como liberar raios mortais ou ter uma força devastadora. Status das bestas:
Magia secundária:
Descrição da magia secundária:
Arma inicial: Arco e flecha
Descrição da arma:Um arco feito de madeira da magia Wood-Maker,  este é feito da mais pura madeira, possui 110 cm comprimento. As flechas também são feitas da mesma madeira, porém sua ponta é feita  alumínio revestido com carbono, estas tem um comprimento de 60 cm. Esse arco vem com um conjunto de 60 flechas, que são guardadas em uma mochila de coloração verde, que mede exatos 70 cm.
Imagem da arma:
Spoiler:
Animal inicial:
Descrição do animal:
Imagem do animal:
Dados do personagem:
História:
You and Me by Lifehouse on Grooveshark


Capitulo I:
Começo,
O dia



"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!"
— Arnaldo Jabor


   Dizem que o tempo cura todas as feridas. Mas quanto maior é a perda, mais profundo é o corte. E mais difícil o processo para ficar inteiro novamente. A dor pode desaparecer, mas as cicatrizes servem como lembrete do sofrimento. E o deixam preparado para nunca mais ser ferido. Enquanto o tempo passa... Nós nos perdemos em meio de distrações. Agimos por frustrações. Reagimos agressivamente. Entregamos-nos à ira. Durante todo o tempo... Tramamos, planejamos, e esperamos ficar mais fortes. E sem que percebemos, o tempo passa. E estamos curados, prontos para começar de novo.
5 de Abril de x780
— Então... Tudo pronto para o casamento? — Eu disse, enquanto olhava fixamente para Fernanda.
— Sim tudo, nosso casamento vai ser o melhor possível. — A voz da mulher era encantadora e suave, era como o canto dos pássaros na primavera. Ela era linda. Olhos negros como a meia noite, pele branca, cabelo castanho e ondulado. Seu sorriso era majestoso e em seus labios um batom de coloração vermelho-sangue. Naquele dia suas vestes eram para o frio tremendo que fazia lá fora. Um suéter branco e uma calça jeans. — Ótimo! — Depois que pronunciei tais palavras meus olhos azuis ciano pareciam cintilar um tom de encanto.
 

  Eu e Fernanda conversávamos sobre nosso casamento, enquanto caminhávamos com passos largos até à cidade de Onibus. Trovões ribombavam no céu. Relâmpagos cruzavam o céu e ao mesmo tempo iluminavam a noite. Nuvens negras e escuras cobriam toda a cidade, gotículas de chuva caiam em nossos rostos.
— Não acha que devíamos ter ficado em casa? — Falou ela, enquanto pegava lentamente em minhas mãos. Logo em seguida ela parecia apertar um pouco mais forte a mão, como se estivesse com medo de algo. —Acalme-se, não precisa ter medo de nada. — Mas naquele momento minhas palavras calaram fundo. O frio ficara mais intenso e a chuva apertava conforme andávamos. Já não dava para andar naquele local. O frio da noite era intenso e meus dentes temiam em bater uns nos outros provocando um ruído estridente que incomodava a mim mesmo, mas nos não podíamos parar agora. Logo à frente uma caverna escura. Sua entrada era estreita e ficava cada vez pior ao decorrer do caminho. Fernanda ia atras de mim enquanto também tremia com o frio.  


"Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite."
— Clarice Lispector

[center]Capitulo II:
Medo,
Laços



"Pegou na mão dela, cansado de suar"
— Pullovers


   O som do trovão era ensurdecedor. A chuva parecia não parar. Ao chegarmos no centro da caverna, vimos algo, algo que nunca vimos antes. Um grande circulo magico era formado no meio da grande caverna, este de uma coloração avermelhada e com vários tipos de escritas em seu meio. No centro do circulo se encontrava um homem de capuz negro. Nós nos abaixávamos para que ninguém percebesse, porém  Fernanda pulou quando um raio atravessou o céu e junto a ele, um trovão, que juntos provocavam um barulho estrondoso. Ao pular nosso esconderijo era mostrado. O homem no centro do circulo virou-se, parando tudo que estava fazendo naquele momento. — Quem esta ai? — Disse o homem em um tom de voz um tanto que elevado. Fernanda e eu continuávamos quietos, nós não sabíamos quem era aquele homem e muito menos o quê este poderia fazer. A cada minuto se escondendo naquele local era tedioso. A chuva não parava de cair e o homem não parava de procurar. O suor que saia de meu corpo e o sangue que corria em minhas veias pareciam estar em perfeita sincronia, provando ali então um momento de puro "êxtase". Fernanda parecia ter medo também, medo de tudo, naquele local tudo parecia estranho, nossos corpos pareciam estar sobre efeito de magia. Naquele momento eu sentia medo, medo do escuro, medo do silencio, medo da Fernanda. A magia estava afetando cada vez mais os nossos corpos fazendo com que sentíssemos medo um do outro. Ela pegou em minha mão, cansada de ter medo. A magia parecia não ter mais efeito em nós, eu me sentia livre, livre de tudo que já me atormentara na terra, livre da chuva, livre do silencio e livre da gravidade.
   
  O mundo parecia existir somente para nós dois, o medo havia sumido. Nós não sabíamos o que era aquela magia. Muito menos o quê ela poderia fazer. O homem continuava a caçar por todo a caverna. Enquanto nós estávamos escondidos dentro de um buraco na parede cor de madeira-escura.  — Silencio...  — Uma pausa em minha fala  — É a nossa deixa!  — Proferi com quase total certeza de que o homem já não estava na caverna. Pegava firmemente nas mãos dela puxando-a e correndo o mais rápido possível para a saída da caverna.


“A vida era passar o tempo juntos, era ter tempo para caminhar juntos de mãos dadas, conversando calmamente enquanto viam o sol se pôr.”
— Nicholas Sparks


Capitulo III:
Palavras,
Adeus?



"Eu aprendi, que ninguém é perfeito, até que você se apaixone por essa pessoa."



— William Shakespeare


"Talvez eu estivesse errado... Já parou para pensar que toda a vez que chove as pessoas parecem tristes? Tudo muda... Um dia chuvoso não deveria ser triste e sim um lar para novas ideias.  Ela se foi... Eu a amava... Mas ela se foi."

 O caminho parecia estar livre. Nenhum sinal do homem de capuz ou de alguma ameaça, a chuva havia parado um pouco e o silencio dentro do local era assustador. — Conseguimos! — Disse, com um tom um pouco mais alegre, mas naquele momento, toda a minha alegria se foi. Cortinas de neblinas rondavam toda a caverna acabando com a visão que tínhamos. Uma flecha passou do lado de minha cabeça arrancando um fio de cabelo. Uivos dos lobos ecoavam sobre todo o local. A chuva voltara a cair e agora parecia estar ainda mais violenta. — Vocês vão morrer! Vocês não podem sair vivos daqui  — Disse o homem. Milhares de coisas passavam por minha cabeça naquele momento, nada parecia ser real. Acho que nós tínhamos visto algo que não deveríamos. O homem levou suas mãos até seu cajado, apontou este para a frente e em frações de segundos uma rajada de magia negra saia do cajado. A energia ia em minha direção, Fernanda saia de meu lado e colocava ambas as mãos no chão. A terra começava a tremer e eu havia conseguido desviar da primeira rajada. O homem se desequilibrava com o tremor e a rajada que novamente ia em minha direção desviava-se de seu trajeto de origem, eu. Quando tudo parecia que ia dar certo... A rajada ia em direção a Fernanda, que ainda esta usando a magia do tremor. Acertando-a em cheio.

    A raiva possuía meu corpo, levei ambos os braços para cima e logo em seguida dezenas de estacas de madeira saiam do chão em perfeita sincronia com os meus braços. O homem era acertado, o chão que um dia já fora limpo estava coberto de sangue humano. Sem ao menos pestanejar corria em direção à Fernanda. Agachei, e lentamente, minhas mãos iam em seu rosto. Tentei encontrar seus olhos em meio da escuridão, mas, eles já não estavam lá, eles pareciam distantes e turvos. Ela não era a mesma... Ela já não estava lá. Abaixei meu pescoço lentamente até que este chegasse perto de seu rosto. Levei meus lábios a  encostarem nos dela, selando-os como beijo infinito. Com um gesto suave com as mãos fechei seus olhos, lagrimas caiam dos meus e por algum motivo ainda não me sentia seguro com aquele homem. Mesmo que esse estivesse morto.

Levantei, corri rapidamente até o corpo do homem, tentando ver se talvez eu o reconhecesse. Mas, uma surpresa, o corpo não estava lá, muito menos as marcas de sangue. O corpo sumira deixando como o único vestígio de sua existência o arco e a flecha feitos de pura madeira. — Me procura? — Disse o homem, que agora estava perto do corpo de Fernanda. Abaixei-me até o arco e a flecha. Encaixei uma flecha em meu arco e resetei a corda vagarosamente, ergui meu cotovelo direito levemente, e com cuidado para não perder o angulo, segurando a corda tencionei-a, e agora mais lentamente soltava a corda. A flecha deslisava de meus dedos e certeiramente voava até seu alvo. O homem teletransportava-se para quarenta centímetros ao lado de onde estava anteriormente, fazendo assim com que seu corpo desvia-se da flecha. O homem parecia não ter outras habilidades sem seu cajado, a não ser, o teletransporte. Este por sua vez corria rapidamente em direção ao cajado que estava fincado no chão e em cerca de frações de segundos, ele conseguira pega-lo.


   Pulei para trás me retirando da caverna. O homem me seguia saindo também. Rajadas e rajadas de magia negra voavam em minha direção, enquanto flechas iam na dela. A quantia de flecha era a mesma das rajadas, fazendo assim com que uma destruísse as outras, que se encontravam em perfeita sincronia. O homem estava cada vez mais perto, até que, estava centímetros de mim. Seu cajado estava na vertical enquanto minha mãos tentavam arranca-lo de sua mão. A cada minuto do jogo de força era cada vez mais violento. Até que um raio caia do céu bem em nossa direção. Causando uma explosão de magia negra. Ao termino da explosão, uma coisa aconteceu. Nossos corpos pareciam ser como um só! Estavam fundidos. Naquele momento, eu não sabia quem eu era... Nem eu, muito menos ele. Perdemos a memoria e não sabíamos quem eramos.

***
"Ninguém sabe quando aquele 'até logo' poderá ser, na verdade, um adeus."[/font]

— Augusto Branco


Capitulo IV:
Palavras,
Sonhos



— Sêneca[




5 de Abril de x791


O outro lado da cama estava frio. Minhas mãos tentavam acariciar alguém, mas só se encontravam com o lado áspero da cama. A vida era solitária, Jack havia sumido como sempre. Um irmão horrível por sinal. Por algum motivo minha magia era uma diferente, estranho, eu jurava que usava Wood-Maker. Desde então eu começava a caminhar sem rumo e com uma enorme ferida, que não tinha remédio.
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Re: Ficha D:

Mensagem por Scarra em Qua Out 01, 2014 1:19 pm

#fast manja em fazer fichas

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