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Mensagem por Jace' em Qui Dez 18, 2014 8:37 pm

Dados pessoais:
Nome: Lilith
Idade: 17
Raça:Demônio
Sexo: Feminino
Altura: 1,50 m
Peso:44, 5 kg
Personalidade: Brusca, confiante e bem falada. Lilith não é nada se ela não está confiante, mas não descarta sua personalidade.
Ela se orgulha de sua aparência física, moda e elegância, e realiza-se com a bravata de uma menina que seria insultada se você se referiu a ela usando esse termo. Sua maneira mostra que ela está com bastante pressa para ser uma mulher, apesar de que sua natureza mostra que ainda é a de uma jovem garota, e ela não pode escondê-la totalmente ela gostando ou não. Ela é propensa a crises de frustração que, dificilmente consegue controlar.
Sua atitude imprudente vem de ter que viver uma vida dupla de uma identidade humana e demônio. Como um ser humana, ela é vista como uma garota normal por frequentar a escola com os amigos normais, tentando esconder sua identidade de demônio. Como um demônio, ela revela uma personalidade mais irresponsável e cruel cheia de ódio. Ela tenta esconder sua verdadeira forma, por achar que se os magos descobrirem que ela é um demônio, será caçada. Ela esconde sua aparência por meio de uma caveira que usa na cabeça, onde esconde seus chifres e sua pele branca, permite com que os outros achem que ela é mesmo uma humana. Quando é descoberta, seu desejo de matar é muito superior aos seus outros desejos, onde a mesma tentará se infiltrar na memória da tal pessoa.
Aparência:
Spoiler:
Seus chifres são essas caveiras que aparentam na imagem, abaixo de sua roupa possuí asas de dois metros de tamanho, sendo que possui dois braços extras que ficam cobertos pela roupa, estes possuem o tamanho de trinta centímetros sendo que um fica nas costas e um fica três centímetros abaixo dos seios sendo o primeiro e o segundo ligados pela mesma direção.
Dados mágicos:
Magia: Calamity Curse
Descrição da magia:O usuário de Calamity curse é capaz de criar desastres naturais a partir de seus membros, como tempestades, tsunamis, etc. o usuário da maldição também é capaz de se movimentar rapidamente através de áreas desmaterializando seu corpo em ventania.
Magia secundária:
Descrição da magia secundária:
Arma inicial: Lâmina Crescente
Descrição da arma:O bastão tem uma coloração negra, e como se não bastasse, o mesmo tem a capacidade de se expandir ganhando até cinco de comprimento do que já tem. Em sua fase primária o bastão tem cinco metros de comprimento e sua lâmina possui setenta centímetros de espessura. O bastão cresce devido à uma elasticidade em seu interior que faz com que o mesmo se estique/dobre com o desejo do usuário.
Imagem da arma:
Spoiler:
Animal inicial: Lamia
Descrição do animal:Na mitologia grega, Lâmia era uma rainha da Líbia que tornou-se um demônio devorador de crianças. Chamavam-se também de Lâmias um tipo de monstros, bruxas ou espíritos femininos, que atacavam jovens ou viajantes e lhes sugavam o sangue. Nesta versão animal, contudo, seu corpo, abaixo da cintura, tem a forma de uma cauda de serpente cujo de comprimento mede cinquenta centímetros, enquanto sua parte de cima de seu tronco mede trinta centímetros tendo no total oitenta centímetros de altura. Possuindo um cabelo azul, dentes afiados e pele esverdeada. A pequena lâmia é capaz de se esconder em vários lugares ficando sempre ao lado de seu mestre.
Imagem do animal:
Spoiler:
Dados do personagem:
História:Contou até três antes de ter certeza que era a hora perfeita de atirar,encaixou uma flecha em seu arco e resetou a corda vagarosamente, ergueu seu cotovelo direito levemente, e com cuidado para não perder o angulo, segurando a corda tencionou-a, e agora mais lentamente soltava a corda. A flecha deslisava de seus dedos e certeiramente voava até seu alvo. O sangue escorria que escorria pelo barro não era o que desejava derramar, o alvo havia sido outro. Lilith estava em sua jornada,caminhando,observando os pássaros e aproveitando vida no meio da floresta. — Quieto, menino... — Dizia ela com o doce tom de sua voz acariciando um lindo coelho, sua pelugem era branca como a mais pura neve e seus olhos cintilavam o mais luminoso tom de vermelho. A flecha havia errado seu destino, machucando alguém que não era bem seu alvo. O animal revirava seu corpo peludo de um lado para o outro, de maneira a fazer com que alguns pelos ficassem no colo da menina. Lilith era uma garota na qual alguém não gostaria de se meter ou arranjar uma boa briga, embora ainda fosse uma menina, com certeza ganharia qualquer tipo de briga em que se metesse. Sua aparência era a de uma garota normal, cabelos longos e brancos, pele mais branca do que o normal - como a de alguém que não pega um bom sol a bastante tempo -. Sua vestimenta preta chamaria atenção de seus colegas de classe, a unica menina que se vestia de preto sempre. — Arhg — Gritava a menina quando uma dor atravessara suas costas. Seu corpo convulsionou- se para frente com uma sensação que já conhecia, seus ouvidos zuniam, seus olhos estavam cobertos de lagrimas. De repente dois pequenos cortes estavam sobre suas costas rasgando a blusa que por sinal era, sim, preta. Uma visão periférica testemunhou amplas extensões de branco oscilando ao vento nas laterais de seu corpo logo depois dela olhar para trás pra ver se tudo estava perfeito, ela as abriu, eram luminosas, flutuantes, impossivelmente leves, feitas de matéria reflexiva e empírea. De ponta a ponta, sua envergadura era de aproximadamente...Quem sabe?É o que importava era que elas eram lindas douradas e perfeitas, elas eram... Elas eram suas asas.Ansiava por um voo perfeito, ela as batia em um movimento único. Seu corpo movia-se de maneira a começar a voar.
    O bater das asas... O roçar das nuvens na pele... Mas que sensação... Lilith estava voando na escuridão da noite, afundando em túnel inebriante de mais um voo, ela era leve como o vento. No céu, uma única estrela no centro do céu azul-escuro; quilômetros acima do colorido horizonte. Luzes piscavam no chão escuro, como se o brilho das estrelas estivessem no chão ao invés do céu. E então seu corpo era como o vento, e em uma estrutura plana de uma montanha aterrissava. Ela produzia um suspiro, em quanto admirava o alvorecer, aquele momento era a parte mais agradável de todos os seus dias como maga. A magnífica bola de fogo levantava-se calma e imponentemente enquanto tingia o céu em tons alaranjados, junto a ele, raios cativantes que faziam a vida parecer um pouco mais fácil. A vida era fácil para uns, difícil para outros, e isso era algo que não podia mudar. Para ela, não era muito fácil. Seus pés cobertos pelas folhas de carvalho faziam marcas na neve ao se movimentarem, o vento que circulava era sufocante e levava pequenos flocos de neve contra o rosto da maga. Carregando madeiras para por na lareira. Ela parava por um segundo para admirar aquela visão. O local era pouco movimentado, dia e noite, tudo era igual, de dia, dava para se ouvir os pássaros cantarem uma doce canção, e a noite, os uivos dos lobos amedrontavam quais quer um. Lá ela era sozinha não tinha ninguém para falar, mas naquele dia... As coisas eram um pouco diferente.
Do horizonte uma figura se formava seus olhos, avistava uma sombra alta e corpulenta se aproximar, a cada momento
aquilo era mais estranho...
— Sombra? —
Mas naquele momento, sua pergunta calou fundo. A figura agora se formava por completa, um homem velho, embora o os raios de sol fossem apagados pela neve... O corpo do homem parecia bronzeado, parecia reluzir a luz do sol, parecia brilhar... Curtos cabelos castanhos que contrastavam com seu sorriso e olhar calmo, mas que guardavam uma tristeza melancólica em seu interior, ele observava a mulher, com um olhar infinito, ele parecia conhecer-la. A mulher largava a madeira. Seus olhos agora pareciam ter lagrimas que escorriam, de até a maçã de seu rosto, onde desapareciam.
— P-Pai? —
Dizia ela, ao perceber quem realmente era a figura. Agora correndo, ela seguia em direção aquilo, seus pés faziam marcas fundas na neve, mas nem por isso
deixara de correr. Aquele era o homem mais querido por ela, o homem a quem ela fez inúmeras promessas ele era seu sonho, ele era seu pai... Chegando perto dele, com seu sorriso cativante e seus braços abertos para um abraço, porém
suas expectativas não foram as que imaginavam, ao tentar abraçar-lo ele sumia. Uma ilusão? Talvez, não era sempre que se via algo como aquilo, ela estaria esquecendo-se de algo? Uma promessa! Agora tudo aquilo fazia sentido, a figura aparecera para lembrar-la de uma promessa... Uma promessa que havia sido feita há muito tempo
atrás. Uma promessa onde tinha que aprender Raios e Relâmpagos. Ao lembrar-se da promessa, no dia seguinte o treino iria começar.Cavalgando para longe daquela região. Observando o contraste da luz do Sol com a sombra das árvores, ela sentia-se confortável com o calor que era emanado da órbita no céu. Seus olhos azuis mirando o caminho, pensando em várias coisas ao mesmo tempo. Distraída demais para perceber ou dar atenção á passos ao longo do lugar. Carregando tudo que precisava para poder aprender a magia. O único pergaminho que iria deixá-la aprender aquela magia. Horas depois, o trajeto estava pronto. Um lugar onde a neve não caía e o sol era mais forte. Lilith descia vagarosamente do cavalo, desviando o olhar do mesmo ao mesmo tempo, e amarrando sua corda em uma das arvores. Levando suas mãos ao seu bolso da frente de sua calça, e pegando o pergaminho. Voltando seus olhos para o pergaminho lendo atentamente as palavras do mesmo. O primeiro passo era concentras-se e ter força física. Como capacidade em nado e outros tipos de experiência em batalha, coisas que ela pouco sabia. Aquilo levaria dias talvez.
— Pois bem, iremos nadar... — Dizia ele, agora com firmeza em sua voz. Na beira de um penhasco ela põe-se de pé, seus olhos miravam um rio de águas cristalinas, a trinta metros abaixo. Sua cabeça estava inclinada, seus cabelos, agora balançavam com a brisa suave, a pouca luz do sol refletia em seus olhos, que agora eram quase como a chuva, o vento soprava levemente e balançava o cardigã de cashmere preto contra o corpo da maga, seus cabelos brancos eram lindos e lisos, pareciam como a neve, eles eram maravilhosos, seus fios desciam até o tornozelo. No ar ainda dava para se sentir o cheiro de chuva, e o céu, agora era alaranjado, e com
ele, o mais lindo pôr-do-sol. Aquele momento era único, assim como a maga. Suas mãos, agora estavam juntas, e seus joelhos dobrados, eram como se ela estivesse preparada para pular. Segundos se passaram, e o ato estava feito,
agora ela caía, aqueles poucos segundos, para ela pareciam uma eternidade, seu corpo balançava no ar, cortinas de neblinas roçavam em sua pele e o vento... Ah esse parecia cair junto com ela. Seus gritos ecoavam em sua
queda.
— Ahhh — Esse era o som doce voz entrando em desespero. Splash, era o som que seu corpo fazia ao encontro com a água, seus dentes batiam um no outro. Frio? Talvez! Era inverno, mas mesmo naquele local o frio batia. Seus braços batiam na água, para cima e para baixo, para frente e para trás, ela estava nadando, a água era fria, e o rio estava agitado, quase não dava para nadar. A água balançava fortemente, e com ela uma pedra que ia em direção a menina, que caía, com o impacto. De baixo d’água... Minutos haviam se passado... E agora ela estava se afogando... O
sangue vermelho-escuro começava a subir... Seus olhos agora se fechavam lentamente, suas feições mudaram naquele momento, os raios do sol passavam para de baixo da água, e batiam no sangue... Aquilo era lindo, uma ultima visão surpreendente. Tudo aquilo que a maga sonhava, pensava, agora estavam acabados, seus sonhos... Naquele momento ela se lembrava de tudo... Tudo que já tivera acontecido... E naquele momento ela se lembrou de algo importante que aconteceu... Sua promessa! No mesmo momento, ela tentava subir, rapidamente. Ela voltava para a superfície e continuava nadando.
— Agora devo continuar, vou seguir até a direção do cavalo! —
Agora ela continuava com seus mesmo movimentos, nadando para a direção desejada. Era difícil, porém nada mais iria fazê-la desistir daquele momento, nada iria fazê-la desistir da promessa. Minutos se passaram, ela descansava seus pés na água, em quanto sentava na beira do rio, em quanto lia o pergaminho. Sua força havia aumentado de fato. Mas ainda tinha mais coisas para se fazer antes do total controle da magia. Ela lia o pergaminho atentamente, com o objetivo de não deixar passar nada. O segundo passo era um pouco mais simples, ela precisaria ter coordenação motora, algo que não era muito difícil para ela. Pensando em que fazer, ela levava uma das mãos à cabeça e com o dedo indicador parecia “coçar” seus cabelos, parecendo ter duvidas quem que fazer para realizar tal desafio. Alguns segundos se passaram, e milhares de coisas passavam em sua cabeça, como; O que fazer? Para quê tal coisa para ter controle de plantas? Era o que se passava em sua mente. Até que uma ideia surgiu, um dos jeitos, mas fáceis de ter coordenação é na esgrima, e era isso que ela iria fazer.
Na manhã seguinte. Lilith havia acordado cedo, para frequentar a academia de esgrima “Fast&Frost” Ele já havia colocado seus equipamentos e agora ela iria começar. Caminhou por horas até chegar à academia, minutos se passaram e este havia explicado tudo ao dono da academia e iriam começar. Ela ficava na frente de seu oponente. Ela por sua vez apontava sua lamina lateralmente para seu oponente, em quanto a mesma partia para cima dela, ambos davam continuidade para a uma seria de golpes e defesas, as espadas estalavam-se e faziam faíscas saírem depois de cada toque, a cada minuto naquele lugar parecia que uma luta incrível estava por começar. Minutos depois o ato estava feito uma incrível luta acabara de terminar. E ao sair ela voltava para o Chalé onde estava dormindo naquela semana. Com um chá de ervas em sua mão esquerda e o pergaminho na direita, ela lia atentamente em quanto levava a xícara até a boca. O terceiro e ultimo passo era ter contato com raios para aprimorar sua habilidade , ou algo parecido. Os outros passos eram fáceis, comparado a este.
No dia seguinte, ele estava em uma floresta. Ele ficou parado esperando que algum raio caísse nele
— Ahhh! — Exclamava, com um tom de raiva em seus lábios, mesmo tendo feito os passos anteriores aquilo ainda era difícil. Tudo que ele tentou não passava de coisas inúteis. Nada funcionava. Minutos se passaram e ela continuava a tentar, porém não tinha controle e muito menos conseguira ser mais forte. Talvez fosse hora de desistir... Com seu cavalo, ela cavalgava para sua cidade, com sua tristeza. Novamente perto do chalé em que vivia a figura novamente se formava, era estranho... Sim! Agora ele era atormentado. A neve continuava a cair sem rumo, e no céu, estava ela soberana. Agora dava para se ouvir os uivos dos lobos, que agora cercavam sua casa. As criaturas pareciam ter tomado conta do local e agora não queriam outras pessoas lá. O lobo que parecia ser chefe da matilha corria em direção à figura, parecia querer atacá-lo. Sua fúria tomou conta de seu corpo, em cerca de frações de segundos um raio negro saia de sua mão, e ela agora havia aprimorado suas habilidades e destruído um dos lobos. Naquele momento uma catástrofe acontecia, não era só raios. Eram desastres naturais... Agora deveria viver com aquela vida.
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Re: Blah

Mensagem por Mist em Qui Dez 18, 2014 8:54 pm

Aprovado.

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